Psicolinguística

"A religião é o ópio do povo" 

"A religião é o ópio do povo" 

Esta frase histórica foi escrita por Karl Marx em 1843, publicada em 1844 na introdução da sua obra Crítica da Filosofia de Direito de Hegel. 

Ele apenas quis dizer que:

A religião serve como um anestésico para o sofrimento enfrentado pelos trabalhadores explorados.

Ele também diz que:

A religião encoraja "a covardia, o desprezo próprio, o rebaixamento, a submissão e a humildade".

A religião faz com que os pobres e miseráveis trabalhados aceitem o seu sofrimento ao invés da revolta contra os seus tiranos, os grandes patrões, podres de ricos.

Poderíamos acrescentar que a religião é como uma maldição que transforma o pobre trabalhador num indivíduo, acéfalo, apático, burro, palerma e imbecil.

Por tudo isso e muito mais (basta ver as divergências entre Católicos e Islâmicos), mais valia que não existirem as religiões. Talvez desse modo tudo fosse mais fácil, mais pacífico e melhor.

Mas as elites, detentoras, (tal como na Índia onde as castas ainda perduram), esses exploradores da força de trabalho humano, não veriam com bons olhos esse fim.

 Na verdade, tudo quanto possa sair do âmbito dos interesses dos grandes senhores usurários, dos grandes exploradores da força de trabalho humano, deverá ser considerado PECADO.

O Zé trabalhador, não pode ter direitos, apenas deveres e o principal é o de enriquecer ainda mais os seus gananciosos patrões.

Apesar das muitas mudanças nas sociedades modernas, a religião ainda continua a servir plenamente os nababos, prepotentes, usurários, exploradores sem escrúpulos.

Assim, a religião vale mesmo a pena!

Por tudo isso é que o mundo anda como todos sabemos!

Eduardo

 

0