"DEUS FEZ O MUNDO E O HOLANÊS FEZ A HOLANDA"
Eis um país cuja superfície terrestre está abaixo do nível do mar
mas com engenho, trabalho e inteligência conseguiu livrar-se dos danos do mar.
E o que fez Portugal, uma vez que é banhado longitudinalmente
pelo imenso Oceano?!
Zero, nada.
Imaginaram os famosos experts tugas que a este território
nada de perigoso, jamais poderia acontecer que o levasse par o catano!
É sempre a mesma palermice.
Tanta reunião, tantas peritagens, tantas (des)organizações,
tantas comissões, tantas conferências, tantos inquéritos, tantas proteções civis,
tudo para tachinhos, tachos e usurpações, tudo um exibir de egos malformados,
falhados e frustrados,
e, nesta sua miséria sentida, mas escondida e recalcada,
mais não fazem do que uma imensa cagada!
Gastam-se fortunas em Portugal para qualquer porcaria controlar,
peritos de todas as espécies, alguns burros como portas,
mas como tudo nesta terra é uma farsa, um faz de conta,
criam-se grupos de incompetentes a fim de encherem a mula,
fazendo fortunas vertiginosas e o Zé burro a roer a corda, zurra.
Os senhores políticos Fracassados em Portugal quando
saem (ou fogem) dos (des)governos, vão para o estrangeiros, a ocupar cargos de topo,
uns para a ONU
(António Manuel de Oliveira Guterres (Lisboa, 30 de abril de 1949) é um engenheiro, político e diplomata português e timorense[2][3][4] que serve como nono secretário-geral da Organização das Nações Unidas desde 2017.[5][6]
Guterres foi Primeiro-Ministro de Portugal entre 1995 e 2002 e Secretário-Geral do Partido Socialista entre 1992 e 2002. Foi Presidente da Internacional Socialista entre 1999 e 2005.
Exerceu o cargo de Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados entre 15 de junho de 2005 e 31 de dezembro de 2015. No ano seguinte, anunciou sua candidatura ao cargo de secretário-geral das Nações Unidas.[7] Em 5 de outubro de 2016 foi anunciada a vitória de Guterres na eleição para secretário-geral, sendo marcada para o dia seguinte a votação formal no Conselho de Segurança.[8] Em 6 de outubro de 2016 o Conselho de Segurança votou por unanimidade e aclamação a resolução que recomenda à Assembleia Geral a designação de Guterres como novo secretário-geral das Nações Unidas.[9]
Depois do juramento prestado a 12 de dezembro de 2016, perante a Assembleia Geral das Nações Unidas, Guterres tomou posse como o nono secretário-geral das Nações Unidas no dia 1 de janeiro de 2017 para um mandato de 5 anos.[10]
Desde 09 de abril de 2002, usufrui de uma subvenção mensal vitalícia (paga com os fundos da Caixa Geral de Aposentações) de 4 138€).
Outros ainda são entronizados por essa Europa.
(José Manuel Durão Barroso GCC • GColIH • CvGDM • GCMM (Lisboa, São Jorge de Arroios, 23 de março de 1956) é um político e professor universitário português, atual Presidente não-executivo do Banco Goldman Sachs International.[5] Foi Primeiro-Ministro de Portugal de 2002 a 2004 e 11.º Presidente da Comissão Europeia de 2004 a 2014.
Jurista de formação, formado em Lisboa, com estudos de pós-graduação em ciências econômicas e sociais, feitos em Genebra, José Manuel Durão Barroso foi dirigente do MRPP no rescaldo do 25 de abril de 1974, partido maoísta com implantação significativa nos meios acadêmicos de Lisboa. Profissionalmente, exerceu funções docentes, primeiro na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e, posteriormente, no ensino superior particular — mais precisamente na Universidade Lusíada. A sua carreira política acabaria por prosseguir no seio do Partido Social-Democrata, depois de fazer parte dos três governos de Aníbal Cavaco Silva, formados exclusivamente pelo PSD, entre 1985 e 1995.
O percurso político de Durão Barroso levou-o a exercer funções como Deputado, Ministro e Chefe de Governo em Portugal e, posteriormente, Presidente da Comissão Europeia (2004–2014). Com efeito, em Portugal, foi Subsecretário do Ministério da Administração Interna, em 1985–1987, e Ministro dos Negócios Estrangeiros, desde 1992 até 1995; sendo Primeiro-Ministro Aníbal Cavaco Silva. A seguir liderou a oposição ao governo de António Guterres, na qualidade de líder do PSD, entre 1999 e 2002. Entre 2002 e 2004 desempenhou o cargo de primeiro-ministro da República Portuguesa. A 23 de novembro de 2004, Barroso assumiu as funções de Presidente da Comissão Europeia, tendo sido reconduzido no cargo em Novembro de 2009, após ter sido reeleito pelo Parlamento Europeu a 16 de Setembro).
Outros ainda, vão para Bruxelas a ganhar milhões fazendo um trabalhinho de tostões.
(António Luís Santos da Costa[1] GCC • GCIH (Lisboa, São Sebastião da Pedreira, 17 de julho de 1961) é um advogado e político luso-indiano que atualmente serve como o Presidente do Conselho Europeu.
Serviu como o 118.º Primeiro-Ministro de Portugal a partir de 26 de novembro de 2015, presidindo ao XXI (2015–2019), XXII (2019–2022) e XXIII (2022–2024) Governos Constitucionais. Apresentou a demissão em 7 de novembro de 2023, na sequência de investigações da Operação Influencer.[2] Anteriormente, foi secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares de 1995 a 1997, ministro dos Assuntos Parlamentares de 1997 a 1999, ministro da Justiça de 1999 a 2002, ministro da Administração Interna de 2005 a 2007 e Presidente da Câmara Municipal de Lisboa de 2007 a 2015. Foi Secretário-Geral do Partido Socialista entre 2014 e 2024).
É caso par nos perguntarmos como é que esta velha Europa há de funcionar bem com tamanhas cavalgaduras?!
Para onde irá o Senhor Monte Negro?!
Negro sim, porque ele, de branco pouco ou nada tem.
Branco é o Monte Branco e esse fica na Suíça e a Suíça é outro nível!
Branco, só se forem os dentes, com a carinha laroca e o seu sorrisinho maroto de menino gozão!
Por certo há de seguir o mesmo caminho que os seus antecessores
ou seja (re)entronizado à grande nos centros de decisão desta Velha e Estúpida Europa.
Estúpida sim, pois como há de ser de outro modo com tamanhas inteligências!!!
É caso para dizer:
"Deus fez o mundo e os politicozecos de treta portugueses
fizeram esta treta deste Portugalete sempre a mendigar, sempre pobrete!"
Coitado de Portugal e do seu sempre pobre e triste povo!
Prof. Eduardo Teixeira