GENTALHA SEM ESCRÚPULOS
Mentalidade pedinte,
Desde os tempos mais remotos,
Pedinte se mantém até aos dias de hoje.
Quem se habituou a viver à custa de outrem,
Dificilmente consegue ter uma prática
Capaz de fazer com que sobreviva
Pelos seus próprios meios.
Assim é Portugal.
É óbvio que governar com ajudas milionárias
Provenientes de Bruxelas
É mais fácil do que governar criando políticas
Que permitam desenvolver a criatividade
E, por sua vez, a economia nacional.
Os nossos grandes políticos, verdadeiros mentecaptos,
Habituaram-se a viver “à grande e à francesa” sem que tenham
Que pensar seriamente em criar políticas que possam garantir
O desenvolvimento do país e do seu povo
Sem que tenham de estar sempre a mendigar o dinheiro
De Bruxelas que tem vindo aos milhões
Sendo sempre e constantemente mal -empregues
E, muitas vezes desviado, a fim de encher os bolsos
dos vigaristas e dos corruptos.
Tornaram-se parasitas estes nossos governantes,
Sejam eles de que cor política sejam (todos iguais),
Parasitas e malabaristas.
Mas o pior de tudo, é que a politiqueirada portuguesa
Faz com que este país nunca se desenvolva e nunca,
Nunca consiga sair da real e triste pobreza.
Mais o pior mesmo de tudo,
É que estes políticos patéticos portugueses
Não têm vergonha em ser mentirosos, uns autênticos aldrabões,
E não têm vergonha em estarem constantemente a lamber as botas à
Europa.
É um nojo, uma vergonha!
Não passamos de um povo sempre mal governado, sempre com a mão estendida,
Sempre à espera do peixe vindo de Bruxelas, sempre na mendicidade,
Em suma, uns pobretanas, uns miseráveis.
Em todos os rankings somos sempre os que mais se destacam a partir do fim.
Será que isso não mete nojo e não causa vergonha a quem sempre desgovernou este
Portugalete miseravelmente pobrete!?
Não.
Obviamente que isso não lhes causa a menor vergonha, pois enquanto puderem viver
Como verdadeiros nababos, ogres, como verdadeiros senhores feudais, usufruindo de todas as
Regalias possíveis de modo vitalício, essa politiqueirada será sempre, certamente FELIZ.
Ora, a propósito da fama que os judeus tinham e ainda têm, costuma-se dizer que:
"Onde há lucaro, não há escarupalo".
Também assim são, os nossos queridos e mui estimados políticos portugueses.
Prof. Eduardo Teixeira